A Copa do Mundo de 2026: Oportunidade ou Custo Oculto para Empresas da América Central?




Você sabia que a Copa do Mundo de 2026 vai gerar US$ 30,5 bilhões nos Estados Unidos, enquanto a América Central – onde apenas o Panamá se classificou – registra o menor nível de interesse no torneio em toda a região?
A narrativa de uma bonança generalizada esconde uma assimetria real. O México, como a única sede latino-americana, captura um excedente estimado em US$ 4,05 bilhões (Deloitte). Mas o mesmo torneio pode custar mais a uma empresa centro-americana do que rende: perdas de produtividade de até US$ 479 milhões somente no Canadá (pesquisa da UKG), e um impacto de não se classificar que na Costa Rica chegaria a US$ 143 milhões, segundo o economista Víctor Umaña.
A pergunta que toda Diretoria Financeira da região deve se fazer não é se a Copa do Mundo vai gerar atividade econômica. É se sua empresa está exposta aos custos do torneio sem participar dos lucros. Em nosso novo relatório, "Autogol ou gol de ouro: a verdadeira conta da Copa do Mundo de 2026 para as empresas da América Central", cruzamos dados da Moody's Analytics, Bloomberg, Journal of Economic Perspectives e casos reais da região para responder a essa pergunta, e apresentamos três questões concretas que todo CEO e empresa da América Central deve se fazer. CFO deve ser levado ao próximo comitê diretivo. Compartilho abaixo. Sua empresa já quantificou o custo desses 39 dias ou está absorvendo-o sem medi-lo?
Vamos conversar. Trabalhamos com um modelo de taxas baseado em economias reais: sem economia, sem taxas.

