Os custos ocultos que estão a remodelar o comércio global: o que todo o importador precisa de saber.




Antes de escrever este texto, solicitei três informações à minha equipa, pois não o publicaria sem antes as verificar. Partilho-as no documento anexo:
Porque é que um contentor de 40 pés vindo da Ásia custa hoje até 125% mais do que há um ano, sem que o preço do petróleo tenha subido na mesma proporção?
Porque é que o Canal do Panamá já não tem filas, mas está a ser leiloada uma quota de trânsito de última hora a uma média de 385 mil dólares – e há licitações que ultrapassam um milhão de dólares?
E porque é que a crise do Mar Vermelho, que parece ser um problema de outro continente, continua a subtrair entre 5% e 7% da capacidade de transporte marítimo mundial até 2027, segundo as projecções do sector?
No documento anexo, desenvolvo estes três pontos com dados da Drewry, Freightos, S&P Global e da própria Autoridade do Canal do Panamá, e explico porque é que esta pressão de custos já atingiu a estrutura de importações das empresas centro-americanas – embora ainda não esteja refletida como uma linha específica na demonstração de resultados. Se a sua empresa importa material, embalagens, eletrónica ou maquinaria da Ásia, vale a pena dedicar cinco minutos à leitura.
Já reviu o seu contrato de logística de acordo com as tendências de mercado deste ano?
Leia o documento e vamos conversar.

