O trabalho por turnos é uma parte indispensável de muitos setores, desde manufacturing healthcare. No entanto, a realidade mostra que sistemas de turnos mal concebidos podem sair caros às empresas. Problemas de saúde, perda de produtividade e elevada rotatividade são apenas algumas das consequências. Então, como se pode desenvolver um modelo de turnos saudável e eficiente que satisfaça as necessidades tanto dos colaboradores como da empresa?
Os custos do trabalho por turnos – e as consequências de um planeamento inadequado:
Um sistema de turnos que não seja concebido de forma ideal pode ter consequências financeiras e organizacionais significativas para as empresas:
- Aumento healthcare : horários de trabalho pouco saudáveis aumentam o risco de doenças crónicas, como problemas cardiovasculares e de saúde mental. O absentismo aumenta e, com ele, os custos com substituições temporárias e o tempo de inatividade.
- Perdas de produtividade: a sonolência e os problemas de concentração conduzem a erros, a uma diminuição da qualidade e a potenciais acidentes de trabalho. Estudos revelam que os trabalhadores noturnos são, em média, menos produtivos.
- Aumento da rotatividade: os colaboradores que não conseguem lidar com o stress abandonam a empresa mais rapidamente. Os custos de recrutamento e integração aumentam.
- Insatisfação e conflitos: O stress social causado por turnos mal planeados leva à insatisfação na equipa e a um ambiente de trabalho menos favorável.
- Prejuízo à reputação: as empresas que negligenciam os aspetos sociais e de saúde colocam em risco a sua reputação enquanto empregadores.
Por que é que uma programação de turnos saudável compensa:
- Custos reduzidos: investir em melhores modelos de turnos diminui a taxa de baixas por doença e reduz a rotatividade a longo prazo.
- Produtividade e qualidade: Os colaboradores bem descansados e motivados trabalham com mais eficiência, cometem menos erros e obtêm melhores resultados. Em última análise, também se registam menos acidentes.
- Atratividade do empregador: Através de modelos que privilegiam a saúde e a família, as empresas atraem trabalhadores qualificados e retêm os colaboradores já existentes.
Qual é a chave?
Uma análise exaustiva dos horários de turnos atuais e dos seus efeitos constitui o primeiro passo. Uma avaliação baseada em dados permite identificar os fatores-chave para a mudança. Aspetos como o sentido de rotação, o número de turnos noturnos ou o controlo que os colaboradores têm sobre o seu tempo desempenham um papel decisivo.




























































































